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Fazendo rigoroso uso de sons gerados a partir de velhos consoles de videogame e computadores obsoletos, Pulselooper faz música eletrônica repleta de batidas pesadas e layers densos.
Remando contra o establishment da música eletrônica produzida no Brasil, o projeto busca explorar ao máximo a limitação técnica de seus intrumentos.

Essa forma de composição e performance é conhecida como chipmusic: o som vem direto dos chips sonoros de aparelhos de diversão produzidos nos anos 80 e extintos nos anos 90. Em toda sua glória e crueza.

Pulselooper tem tocado ao vivo desde 2009 em vários estados do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco. E também no exterior: apresentou-se em 2011 em Berlin e Köln, na Alemanha, e em 2012 representou a América do Sul no Blip Festival, o maior festival mundial do gênero, que acontece anualmente nos EUA, em Nova York. Ele também é co-fundador do Chippanze, o primeiro coletivo/netlabel de chipmusic do Brasil.

Atualmente prepara-se para sua segunda tour européia, passando novamente pela Alemanha (cuja música eletrônica local está entre suas maiores influências) e também Escócia.

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Using sounds from old videogame consoles and obsolete computers, Pulselooper makes electronic music filled with heavy beats and loops. Against the established electronic music production in Brazil, Pulselooper tries to take maximum advantage of his crude electronic instruments.

What you hear comes straight from the hardwares' sound chips. In all its raw glory.


He's already performed in lots of cities in Brazil since 2009. In late 2011, he performed in Deutschland (Berlin and Cologne). And in 2012 he represented South America at Blip Festival, world's biggest chipmusic festival, in New York City. He's also co-founder of the first chip music collective/netlabel in Brazil, Chippanze.



Right now he's preparing for his second european tour.